
Quantos filósofos conhecemos todos os dias por aí? E quantas filosofias inventamos ao longo de nossas vidas? Mudar de idéia é exatamente o que nos faz Humanos. Do contrário, por que raios diríamos uma coisa e faríamos outra? Fazemos, porque de lá pra cá já mudamos de idéia!
Esse fenômeno tão corriqueiro eu chamo de filosofia de sofá. É a diferença entre falar e fazer, a distância entre o pensar e agir. Quando nos reunimos com amigos para papear e trocar pontos de vista, normalmente compartilhamos as filosofias de sofá. Vemos as situações por alto, como quem esta do lado de fora.
As conversas sempre iniciam-se ao mencionar Fulano, que foi visto na Rua Augusta fumando um charuto em frente a um puteiro. Ciclano terminou o casamento de 10 anos porque pegou a esposa com o jardineiro. Beltrano foi demitido porque fazia Caixa Dois com o dinheiro da empresa. Enfim, alguém sabe do primo do vizinho do amigo, ouviu algo no jornal da tarde ou viu as cenas do capítulo passado da novela.
Começa-se uma discussão acerca de assuntos completamente hipotéticos e cada um torna-se o que pretende ser. “Se fosse comigo, minha esposa não teria motivos para...” ou “Eu roubaria, mas encobriria melhor o crime, jamais seria descoberto”, diz o engraçado da turma, e a essa altura do campeonato todo mundo já riu, descontraiu e deu sua opinião sobre os mais diversos assuntos. Foi-se uma tarde com os amigos.
Eis que um dia você se encontra numa situação atípica, como essas de novela mesmo, sua vida se complica num instante, e você lida com a coisa do jeito que pode. Um dia um amigo descobre e logo solta: “Mas quem foi que disse que nunca faria...?”.
Pois é, quem disse foi o filosofo de sofá, e não você. Mas é de filosofias de sofá que a vida é feita! Porque senão, não teria a menor graça. Sobre o que falaríamos numa roda de bar?
Esse fenômeno tão corriqueiro eu chamo de filosofia de sofá. É a diferença entre falar e fazer, a distância entre o pensar e agir. Quando nos reunimos com amigos para papear e trocar pontos de vista, normalmente compartilhamos as filosofias de sofá. Vemos as situações por alto, como quem esta do lado de fora.
As conversas sempre iniciam-se ao mencionar Fulano, que foi visto na Rua Augusta fumando um charuto em frente a um puteiro. Ciclano terminou o casamento de 10 anos porque pegou a esposa com o jardineiro. Beltrano foi demitido porque fazia Caixa Dois com o dinheiro da empresa. Enfim, alguém sabe do primo do vizinho do amigo, ouviu algo no jornal da tarde ou viu as cenas do capítulo passado da novela.
Começa-se uma discussão acerca de assuntos completamente hipotéticos e cada um torna-se o que pretende ser. “Se fosse comigo, minha esposa não teria motivos para...” ou “Eu roubaria, mas encobriria melhor o crime, jamais seria descoberto”, diz o engraçado da turma, e a essa altura do campeonato todo mundo já riu, descontraiu e deu sua opinião sobre os mais diversos assuntos. Foi-se uma tarde com os amigos.
Eis que um dia você se encontra numa situação atípica, como essas de novela mesmo, sua vida se complica num instante, e você lida com a coisa do jeito que pode. Um dia um amigo descobre e logo solta: “Mas quem foi que disse que nunca faria...?”.
Pois é, quem disse foi o filosofo de sofá, e não você. Mas é de filosofias de sofá que a vida é feita! Porque senão, não teria a menor graça. Sobre o que falaríamos numa roda de bar?
1 comment:
Hj é diaaaa!
Seja no sofá da starbucks, ou nas ruas da Augusta, ou nas cadeiras do Pedaço de Pizza...
muitas filosofias no ar...
Adoro =D
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