Eu ouvi uma coisa um tanto intrigante. Eu diria que até óbvia. Mas é interessante como o óbvio nem sempre é óbvio, ainda mais quando a gente está tão preocupado em encontrar o "a mais".
Nas minhas tentativas de "pensar fora da caixa", muitas certamente frustadas, eu esqueci de lembrar do significado dessa frase: "Cada dia que você espera é outro dia que você nunca terá de volta".
Poxa vida, eu não sei seguir essa regra. Eu sempre espero!
Eu sei esperar!!!!
Sim, eu sei, e eu não estou a fim de desaprander!
Se estou desperdiçando minha vida, não sei, mas também aprendi que as coisas que demoram para acontecer, são bem mais gostosas de aproveitar.
Wednesday, November 24, 2004
Tuesday, November 16, 2004
Lacking oxygen in my vains
I caught myself crying on the inside
There weren’t even real tears to slowly wash the pain away
There was only dust and bad feelings
The lack of oxygen in my vains
There were walls and there it was, the darkness
The hearing of drops continually hiting the floor
In the rotten basement of my lonely memories
I’m streching my hands and yet cannot reach the door
I saw the sunlight once and it touched my skin
It so gently and generoulsly provided me with life
But sun doesn’t visit the sealed trunk of my sadness
And the nostalgy of my obliviousness for several times has made me dunk and dive
Bad habits hunt me in my recurrent dreams
It becomes unbearable to shut my eyes
In the mirror I see my reflection rehearsing screams
I’m laying down in a bed of lies
I thought shelter would keep me in one piece
But it ended up showing my cowardice and disconectedness
There are a thousand things I’d really miss
That’s the main reason why I stay on this ground of my everlasting mess
I’m alone but I’m alive
Nobody entitled to the keys to my twisted mind
Nothing to cheer me up, nothing that makes me thrive
I came to the conclusion it might not be that great to be one of a kind
There weren’t even real tears to slowly wash the pain away
There was only dust and bad feelings
The lack of oxygen in my vains
There were walls and there it was, the darkness
The hearing of drops continually hiting the floor
In the rotten basement of my lonely memories
I’m streching my hands and yet cannot reach the door
I saw the sunlight once and it touched my skin
It so gently and generoulsly provided me with life
But sun doesn’t visit the sealed trunk of my sadness
And the nostalgy of my obliviousness for several times has made me dunk and dive
Bad habits hunt me in my recurrent dreams
It becomes unbearable to shut my eyes
In the mirror I see my reflection rehearsing screams
I’m laying down in a bed of lies
I thought shelter would keep me in one piece
But it ended up showing my cowardice and disconectedness
There are a thousand things I’d really miss
That’s the main reason why I stay on this ground of my everlasting mess
I’m alone but I’m alive
Nobody entitled to the keys to my twisted mind
Nothing to cheer me up, nothing that makes me thrive
I came to the conclusion it might not be that great to be one of a kind
Sunday, November 14, 2004
Meu universo doido...
De ‘de repentes’ são feitas as minhas incertezas
De ‘depois’ os meus infortúnios corriqueiros
De ‘améns’ os meus arrependimentos constantes
Será? Será que existe o sim, o não e o talvez?
Será que as respostas serão sucintas e fatídicas?
Em minha mente ressoa um tremendo ‘não sei’
Preciso de respostas claras, mesmo que elas me carreguem em infindáveis círculos
Porque tenho essa imensa e incessante necessidade de pensar
Coisas impensáveis que se tornam exacerbadamente arquitetáveis
Já as coisas inimagináveis eu nunca conseguirei capturar
Talvez através do olhar de outros
Daí o meu amor pela arte e pela conversa do dia-a-dia
Assim eu sou levada pelo conceito ilusório das conversas profundas
Em pensar que o que eu acho que vai me levar a algum lugar concreto
Só me traz mais e mais abstrações
Em achar que eu vou me encontrar no meu universo doido
Em sentir que o querer não sai do papel e não toma impulso
Nem mesmo meus sonhos alados tocam as nuvens
Nem mesmo minha criatura faminta acha tempo para alimentar-se
Por isso eu divago, eu atino, eu maquino, eu interrogo minha caixa de pensamentos
São ambições uivantes que me levam ao lugar onde eu quero estar
Aquele que não tem começo nem fim e nem sempre se chama realidade
Esse tal saber que me atordoa e cada vez menos traz felicidade
O tal que sempre me deixa em estado de alerta e sempre me mantém ocupada
Às vezes seria bom um silêncio, um vazio... um nada em que pensar
O ‘porém’ sempre eleva minha sobrancelha direita
O ‘quem sabe’ faz cóssegas na boca do meu estômago
Mas o ‘com certeza’ – esse sim – é o que mais me amedronta e atormenta
Porque o ‘quem sabe’ significa chance e esperança
E o ‘porém’ o desafio de encontrar uma saída
Agora, o com ‘certeza’ é a morte trazida por um ‘nunca mais’ silencioso
E segundos mais tarde, eu quero que tudo se faça em pedaços
Porque nada é tão importante ou relevante
Não o suficiente para me deixar inquieta e desconcertada
Mesmo assim, é como eu me sinto toda vez que reflito sobre qualquer coisa
E como eu sou uma máquina expressa de pensamentos – fúteis ou interessantes
É dessa forma que me sinto todos os dias de minha vida indecisa
De ‘depois’ os meus infortúnios corriqueiros
De ‘améns’ os meus arrependimentos constantes
Será? Será que existe o sim, o não e o talvez?
Será que as respostas serão sucintas e fatídicas?
Em minha mente ressoa um tremendo ‘não sei’
Preciso de respostas claras, mesmo que elas me carreguem em infindáveis círculos
Porque tenho essa imensa e incessante necessidade de pensar
Coisas impensáveis que se tornam exacerbadamente arquitetáveis
Já as coisas inimagináveis eu nunca conseguirei capturar
Talvez através do olhar de outros
Daí o meu amor pela arte e pela conversa do dia-a-dia
Assim eu sou levada pelo conceito ilusório das conversas profundas
Em pensar que o que eu acho que vai me levar a algum lugar concreto
Só me traz mais e mais abstrações
Em achar que eu vou me encontrar no meu universo doido
Em sentir que o querer não sai do papel e não toma impulso
Nem mesmo meus sonhos alados tocam as nuvens
Nem mesmo minha criatura faminta acha tempo para alimentar-se
Por isso eu divago, eu atino, eu maquino, eu interrogo minha caixa de pensamentos
São ambições uivantes que me levam ao lugar onde eu quero estar
Aquele que não tem começo nem fim e nem sempre se chama realidade
Esse tal saber que me atordoa e cada vez menos traz felicidade
O tal que sempre me deixa em estado de alerta e sempre me mantém ocupada
Às vezes seria bom um silêncio, um vazio... um nada em que pensar
O ‘porém’ sempre eleva minha sobrancelha direita
O ‘quem sabe’ faz cóssegas na boca do meu estômago
Mas o ‘com certeza’ – esse sim – é o que mais me amedronta e atormenta
Porque o ‘quem sabe’ significa chance e esperança
E o ‘porém’ o desafio de encontrar uma saída
Agora, o com ‘certeza’ é a morte trazida por um ‘nunca mais’ silencioso
E segundos mais tarde, eu quero que tudo se faça em pedaços
Porque nada é tão importante ou relevante
Não o suficiente para me deixar inquieta e desconcertada
Mesmo assim, é como eu me sinto toda vez que reflito sobre qualquer coisa
E como eu sou uma máquina expressa de pensamentos – fúteis ou interessantes
É dessa forma que me sinto todos os dias de minha vida indecisa
Subscribe to:
Posts (Atom)