Por tudo que se espera dizer e todas as vontades abafadas.
Por toda a esperança que ousei chamar de dor.
Por tudo que já se criou e que foi esquecido.
Pela malcriação proposital e pelo comportamento infantil.
Pela negação dos meus desejos superficiais.
Pelas razões mais sentimentais.
Pela insistência doentia e o pranto amador.
Por repetir sempre os mesmos erros. Sempre o mesmo andar.
Por não saber nem pedir perdão.
Desculpa.
De peito aberto.
Monday, November 07, 2005
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